ANÁLISE DAS ABORDAGENS FISIOTERAPÊUTICAS NO TRATAMENTO DO ASTROCITOMA DE GRAU II: ESTUDO DE CASO

Autores

  • Aline Aparecida Pinto
  • Jackline Doudement De Albuquerque Cunha
  • Angela Aparecida Venancio
  • Mikaely Janaina Rodrigues Costa
  • Carla Chiste Tomazoli Santos
  • Maria Fernanda Rocha Proença

Palavras-chave:

astrocitomas, células da glia, sequelas neurocognitivas, fisioterapia pediátrica, , terapias alternativas e método Bobath.

Resumo

Introdução: O astrocitoma é tumor ocasionado nas células da glia, que podem comprometer partes do cérebro e causando implicações cognitivas, que podem ser minimizadas ou estagnadas pela fisioterapia. No caso de serem pacientes da pediatria as abordagens necessitam ser lúdicas e criativas focadas no potencial de desenvolvimento dessa criança. Objetivo: Analisar as abordagens fisioterapêuticas no astrocitoma pediátrico, tendo como base o estudo de caso da paciente com astrocitoma de grau II de região frontal com envolvimento do corpo caloso. Metodologia: Pesquisa bibliográfica, usando palavras chaves, analisando as condutas fisioterapêuticas e relacionando ao caso clínico proposto para turma de estágio. Resultados: Foram pesquisados vários casos fisioterapêuticos incluindo a técnica de Bobath, assim como o estudo da técnica e seus respectivos objetivos e  vantagens. Conclusões:  O método Bobath é uma técnica muito vantajosa de tratamento pois explora o desenvolvimento e capacidade motora da criança de forma individualizada. A técnica se mostra agregadora ao tratamento da paciente pois usam de recursos nas quais ela necessita de maior atenção, como por exemplo o tônus. Além disso, o controle postural, simetria e coordenação e mobilidade, o que irá proporcionar a ela maior funcionalidade e independência nas AVDs.

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Publicado

2025-06-27

Como Citar

Pinto, A. A., Cunha, J. D. D. A., Venancio, A. A., Costa, M. J. R., Santos, C. C. T., & Proença, M. F. R. (2025). ANÁLISE DAS ABORDAGENS FISIOTERAPÊUTICAS NO TRATAMENTO DO ASTROCITOMA DE GRAU II: ESTUDO DE CASO. Revista De Iniciação Científica E Extensão, 3(2), 511–517. Recuperado de https://reicen.emnuvens.com.br/revista/article/view/177

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